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A alegria que contagia

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   Salve Salve simpatia. Como vai essa força de você que me lê?! Dias destes soube de uma sessão de cinema bem atípica A primeira sessão da sala 4 do ParkShopping neste domingo (8) pode ter inaugurado uma nova era para os cinemas bra-sileiros. Um jovem casal de Brasília escolheu o local, palco do primeiro beijo entre os dois, para realizarem seu casamento. O principal atrativo do local inusitado foi sentido no bolso: pagaram cerca de R$ 15 mil por todo o evento, que em um salão mais refinado pode custar o dobro. Os noivos e os padrinhos entraram pela fileira central do cinema. Todos assistiram à cerimônia com pipocas e refrigerante logo ao lado. Houve até um trailer sobre como se apaixonaram o servidor público Lucas Beserra, 20, e a publicitária Aline Andrade, 19.

A trilha sonora também fez reverência à sétima arte, com “No Escurinho do Cinema”, de Rita Lee, e “Splish Splash”, gravada por Roberto Carlos, Sandy & Júnior e outras estrelas da música popular. A cerimônia mais barata também criou dificuldades, como a falta de ensaio e alguns tropeços dos convidados principais nas escadas do cinema. Mas a aprovação do grupo vindo principalmente de Santa Maria, uma região carente do Distrito Federal, foi geral. “Sempre gostamos de fazer as coisas de um jeito diferente”, disse Aline. “Acho que serviu para fazer do nosso casamento algo ainda mais especial.”

   O primeiro beijo aconteceu na mesma sala há pouco mais de um ano. O gerente de Planejamento da rede Kinoplex, o espanhol Miguel Fontanet, disse ser a primeira vez que um evento desse tipo acontece no Brasil. “Estamos tão nervosos quanto os noivos. E digo isso porque já estou casado com o cinema. Me casar aqui seria muito masoquismo”, divertiu-se o executivo. “Isso já foi realizado em alguns outros países, mas no Brasil não tenho notícia.

   E nosso grupo tem 90 anos de história, saberíamos se tivesse acontecido”. Para o juiz de paz Luiz Felipe Rezende, que já celebrou um casamento debaixo d’água, os casais estão cada vez mais ousados. Por isso, ele também tem de acompanhar na celebração, fazendo adaptações no texto. “Que hoje seja apenas uma pré-estreia para vocês”, disse aos noivos já no altar da cerimônia civil. “O longa que vocês vão filmar ainda está por vir, no resto da vida de vocês”.

   Pelo menos 200 convidados compareceram à cerimônia, que começou às 10h20. Às 13h a sala já deveria estar vazia, para que a sessão do cinema às 14h pudesse ser realizada. E com ela retornar a lógica de que a primeira fileira da sala não é sinal de prestígio, como aconteceu no casamento, e sim de dificuldade para ver o que está na telona. E a vida seguiu desde então o cinema sendo cinema. Mas achei interessante essa abordagem porque muitas vezes corremos o risco de nos prendermos ao cotidiano e a não sermos felizes pelo temido “Ah tá bom como tá..”.

   O casal do DF é um exemplo a ser seguido de que devemos celebrar de uma forma que se torne inesquecível para cada um de nós. Não, não quero dizer que os casais (por exemplo) devem sair por aí casando onde dá na telha pelo contrário, mas devemos tomar atitudes que tornem especiais o que vivermos. Vivemos em tempos de festas..Início de ano, muitos dizem que ano no Brasil só começa depois do Carnaval (concordo em muitos pontos) mas é importante que tudo não acabe nas festas. A nossa vida muitas veze começa numa boa festa.

    E digo isso com muita alegria e particularidade por um momento que vivo atualmente. Celebre, é tempo de celebrar. Pode ser que muitas pessoas não entendam a razão porquê algumas coisas acontecem, mas essa a idéia..Celebre, viva, alcance. Celebre a alegria do Car-naval com Alegria e Sabedoria.

 
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