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Política e prazer

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   Queridos e queridas leitoras. Salve! Quanto tempo não nos falamos não é?! Estamos prestes a entrar num tempo que particularmente, gosto muito: tempo eleitoral. Não sei se já confessei a vocês, mas sou um apaixonado pela política e as suas diversas manifestações (independente da posição que se tenha a respeito).

   Sou (confesso) um dos últimos pelas pessoas que convivo que ainda acredito que uma política de qualidade pode mudar uma região, um município e até mesmo um país. Aí você (ainda como tantos que me relaciono diariamente) me afirma: “impossível ser honesto em meio a tanta corrupção por tão pouco”, mas me desculpe, discordo plenamente.

   Convivi, e conheci na história de nosso país muitos cidadãos, como eu e você, estiveram a frente do poder público e mantiveram integridade, seriedade e compromisso com um bem tão precioso: o povo. Voltando a minha paixão pela política, desde sempre gostei de ver e estudar sobre política. Já pequeno, trocava os desenhos para decorar os “bordões” que anunciavam determinados partidos.

   O tempo passou..E sem dúvida ao escolher comunicação como norte de carreira profissional não poderia ter escolhido melhor, RP=tudo a ver com política. Sou extremamente rigoroso quando o assunto é política de qualidade, para isso, não mais com gosto de criança de decorar as ‘musiquinhas’ não perco aos horários políticos para levantar as propostas, acessar os sites de campanha para analisar plano de governo e quem terá meu “voto” de confiança.

   Tenho plena certeza e confesso: se temos um Brasil sem a política que esperamos deve-se e muito ao fato de não estudarmos e não acreditarmos mais na contribuição que temos enquanto cidadãos ativos no meio em que estamos inseridos. Tenho no meu computador links em que diariamente vejo notícias sobre o mundo político, local, regional e nacional. Rio, me preocupo e vejo como o poder da comunicação está constantemente presente, ainda em destaque neste tempo político de candidaturas.

   Exemplo interessante, segundo o site UOL (uol.com.br), “O autor da música "Eu quero tchu, eu quero tcha", Shylton Fernandes, disse que recebeu "mais de R$ 100 mil" pelos direitos autorais para que uma versão da canção fosse usada como jingle da campanha do pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra. Fernandes disse que não poderia revelar o valor que recebeu por conta de uma cláusula contratual.” Sim meu povo, tudo isso de 0, R$ 100.000,00 pelo direito de uma melodia para um jingle de minutos.

   E pergunto a você: qual a diferença que isso faz. Nenhuma? Pelo contrário, TODA! Criar um estilo próprio é muito importante e muitas vezes, mas é um tiro no escuro (muitas vezes), mas apostar num Hit que deu certo. São votos e mais votos ganhos graças apenas a uma música. Isso mesmo que você entendeu: associa-se a música, ao cantor, ao prazer musical e bingo, voto na Urna.

   A nota acima é apenas esboçar um pouco como funciona o ambiente político e este atrelado a comunicação intimamente e em todo seu processo, da pré-candidatura a eleição, efetivamente. Que comece a Política né meu povo? Em julho, é permitido por lei o inicio da campanha eleitoral vincula pelos meios de comunicação. A você, candidato, sorte e coragem de ir contra-maré, mostrar seu valores e que estes sejam o norte de sua campanha, por e para o povo, a nós eleitores, tempo de análise e de compreendermos nossa real posição no cenário político no papel principal, do brasileiro e da brasileira que somos os principais responsáveis por um bom governo escolhido. E eu? Sim, me deliciar com o melhor tempo do ano que vivo a cada 4 anos. Feliz meio de ano meu povo! Abraço do Conselheiro.

 
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